quarta-feira, 26 de março de 2014

A quem interessa a contratação de Cid Carvalho?

Cid Carvalho
Em vários grupos de discussões, Cid Carvalho está sempre sendo mencionado por dois grupos distintos: um grupo defende seu trabalho, outro não! Isso é bastante normal para um artista exposto ao gosto do público e a avaliação de julgadores num concurso como é o carnaval carioca.

Mas afinal, a  quem interessa a contratação do carnavalesco Cid Carvalho?

Interessa aos seus fãs, aqueles que Cid conquistou com suas roupas exóticas, sua caricatura facilmente encontrada nos sambas da vida, as fotos de tira com seus admiradores para se postar nas redes sociais e depois dizer que se é amigo do carnavalesco, deve ser bom "vender" o carnaval de uma escola de samba, pelo "glamour" que o referido senhor arremata, é inegável que seu marketing pessoal esteja muito acima do normal, dentre outros carnavalescos. Entretanto, seu trabalho está sempre inferior ao que se espera de um grande profissional!

Cid é do tipo que frequenta as redes sociais, rebate críticas, as vezes violento com seus "opositores", exclui pessoas que discordam de suas invencionices e caricaturas.

A contratação de Cid Carvalho, talvez interesse para uma agremiação extremamente rica, pois com grana, parece que ele se agiganta, desde que deixou a Comissão de Carnaval da poderosa Beija-Flor de Nilópolis,  pela, então à época rica, Vila Isabel em 2007  alçou apenas um sexto lugar, a escola vinha da conquista de um campeonato, é bom lembrar. Passou por Mocidade e Mangueira, voltou para a Vila, e se comportou sempre como um profissional mediano, sem sequer voltar no desfile das campeãs, alegou sempre problemas financeiros para execução de seus carnavais, o que pode até ser verdade. Então interessa a contratação de Cid Carvalho a uma escola rica, porque ele sabe trabalhar quando se tem recursos financeiros, do contrário é o caos.

Interessa a contratação de Cid, a uma escola que tenha uma excelente equipe de pesquisa de enredo e construção de sinopse, senão pode acontecer o mesmo plágio que ele utilizou na sinopse da Mangueira em 2013, denunciada por este blogueiro.

Vejam no link abaixo: 


Cid Carvalho e Ivo Meirelles
Interessa a contratação deste carnavalesco a uma escola que tenha sua estrutura totalmente completa e bem equipada, ou simplesmente a uma escola que não deseje disputar ao título de campeã do carnaval carioca em 2015.

Com seu gosto duvidoso, uma carreira com poucos fundamentos individuais para se defender seu sucesso, e muitas desculpas ao decorrer desses anos para seus fracassos, é claro que deve ter muita gente que defenda seu trabalho, mas que essa defesa seja de foram cautelosa e com os mesmos discursos que o próprio alega: falta de grana, estilo não definido, entre outros.

E não se pode deixar de mencionar que Cid abandou a Vila Isabel  alegando falta de pagamento em 2013, e dificuldade para se terminar o projeto da escola, voltou em janeiro, disse que tudo estava resolvido, garantiu que a escola brigaria pelo título, e o que vimos foi a mediocridade de seu trabalho vistos de ponta-a-ponta em seu carnaval, e mais, Cid não teve nem a coragem de acompanhar sua escola no decorrer do desastroso desfile. Realmente acredito que ele deveria ter abandonado a escola quando não recebia seu salário em dia, ninguém quer trabalhar de graça, mas não tinha o direito, ao voltar, de mentir para o torcedor apaixonado, para a imprensa, para os sambistas que viam o barracão em estado de miséria, e o Senhor Cid rebatia dizendo que era um grupo que desejava menosprezar seu trabalho. Ele não tinha esse direito!

E se por ventura, nada do que trata este texto fizer sentido, então fique apenas com suas colocações e notas enquanto carnavalesco-solo, após deixar a Beija-Flor de Nilópolis!

A quem interessa a contratação de Cid Carvalho?
Cid Carvalho


Entendendo as justificativas da LIESA - ALEGORIAS E ADEREÇOS

Vila Isabel 2014: integrantes desfilam de roupa íntima
Alegoria Vila Isabel
Julgadores:

Módulo 1 -  Helenise Guimarães

Módulo 2 -  Emil Ferreira

Módulo 3 -  Walber Ângelo de Freitas

Módulo 4 -  Bruno Chateaubriand


Império da Tijuca  -  9,6  /  9,7  /  9,6  /  9,6

Pouco investimento na variação de materiais, alegorias  pequenas, falta de iluminação,   excesso  de componentes em carros marcaram a perda de quatro décimos no primeiro módulo de julgador. Alegorias pouco expressivas, sem impacto, e problemas com acabamento e proporções marcam as justificativas de diversos julgadores, além de elementos repetidos nas alegorias 1, 2, 3, 4 e 5, problemas na distribuição volumétrica. Alegoria 6 passou danificada no último módulo de julgador.

A julgadora Helenise Guimarães avalia o excesso de componentes nas alegorias como fator para perda de pontuação, mas quando avaliou a Unidos da Tijuca de Paulo Barros, com alegorias extremamente vivas, carros com até 165 componentes, achou ótimo e deu 10, ela só pode estar brincando com nossa cara, não é?
Bruno Chateaubriand tratou a repetição de elementos e a má distribuição volumétrica como causas de descontos neste quesito, além é claro de problemas no carro 6, o que parece ser justo.


Grande Rio  -   10  /  10  /  10  /  10

São Clemente  -  9,8  /  9,7  /  9,7  /  9,8

Concepção coerente, correta com bom entendimento do enredo, porém a repetição de materiais e estruturas visuais, bem como formas nas alegorias dão o tom da justificativa da julgadora Helenise Guimarães. Segundo Emil Ferreira  e Bruno Chateaubriand pouca criatividade nos trabalhos de Max Lopes! A repetição nas formas das alegorias dão o tom neste quesito para importantes décimo perdidos.

A julgadora Helenise Guimarães realmente gosta muito mais de banner como forma visual nas alegorias do que esculturas muito bem produzidas, é incrível mas seu mal gosto atrapalha o julgamento! O Senhor Emil Ferreira queria ver mais crítica, mais humor e mais alegria, então agora quem propõe é o julgador e não o carnavalesco, atá entendi!!! Só que não Sr. Emil Ferreira! Problemas no uso das cores justifica o voto de Walber Ângelo de Freitas ao tratar o trabalho do "Mago das Cores", além da repetição de formas, gosto é gosto não é!


Mangueira  -   9,7  /  9,5  /  9,7  /  9,7  

Problemas na execução plástica das alegorias, embora tenha abordado o enredo de forma criativa, lúdica e poética. Problemas na alegoria 1, 4 e 7, sendo pintura, acabamento e tamanho das esculturas a análise para a perda de quatro décimos no primeiro módulo. A realização dos carros revelou-se equivocada para o julgador Emil Ferreira, problemas sérios de acabamento em TODAS as alegorias segundo o julgador! Formas iguais e conjunto alegórico de pouca inovação e sem soluções criativas marcam o tom de décimos perdidos pela Mangueira, a pintura chapada foi outro ponto abordado como justificativa entro alguns dos julgadores. Bruno Chateaubriand analisou que as alegorias eram de fraco apelo visual, de formas quadradas, falha da distribuição "criativa" de volumes, e enfim a alegoria 5 que perdeu parte de sua escultura principal na torre de tv, foi vista neste módulo, além de problemas na visualização da alegoria 5, ele também não conseguiu ver uma escultura na alegoria 7 pois esta estava no lado oposto ao seu módulo!

O Senhor Emil Ferreira descontou cinco décimos da Mangueira porque observou problemas de acabamento em todas as alegorias da escola, mas a Vila Isabel ele parece ter gostado, descontou apenas um décimo, mesmo com a falta de fantasias, acabamento não concluído e alegorias mostrando suas estruturas! Incrível mas este senhor deve estar brincando com a cara do mangueirense e da Professora Rosa Magalhães! Já o voto de Walber Ângelo de Freitas parece justo!
É claro que a perda da cabeça do tão falado índio da Mangueira ia gerar um desconto para a escola, mesmo a alegoria já tendo passado pelo módulo de Bruno Chateaubriand, além disso, segundo o julgador parece que Rosa Magalhães desaprendeu tudo o que sabe, e deveria ter aulas particulares com Bruno, é o que indica sua justificativa!


Salgueiro  -   9,9  /  9,8  /  9,9  /  9,9

Solução sem grandes ousadias, monotonia no carro 6 em comparação aos demais, poderia haver mais exploração de materiais, definem bem a Dona Helenise avaliando no primeiro módulo. Alegorias apenas corretas, e carro 4 sem iluminação marcaram o voto de Emil Ferreira no segundo módulo. Bruno Chateaubriand observou falha na luminotécnica das alegorias 4 e 5, figuras de composição sem chapéu na alegoria 6, má distribuição volumétrica no carro 5, e problemas de acabamento neste carro.

Monotonia? E assim Helenise arrancou na marra um décimo do Salgueiro! Parece que neste caso o tamanho das alegorias foi um problema para Emil Ferreira que não achou suficiente, mas também não explica erros nestas alegorias para se descontar dois décimos!  Bruno Chateaubriand canetou diversos problemas nas alegorias do Salgueiro, sérios diga-se, como luminotécnica, falta de acabamento, distribuição volumétrica equivocada, e por isso tudo a escola só perde um simples décimo! O cara é bonzinho quando vai com a cara de alguém, e implacável quando não, como no caso de Império da Tijuca, Mangueira e São Clemente!


Beija-Flor  -   9,8  /  9,8  /  9,8  /  9,9 

O tema do enredo poderia ter sido mais explorado no universo da comunicação televisiva nacional, problemas de iluminação no abre-alas e no carro 2. Formas pequenas na alegoria 4, carro 7 com fantasias de componentes simples demais,  carro 8 passou rápido demais e pareceu confuso, e mais uma vez ela viu monotonia em alegorias, essa foi a justificativa de Dona Helenise. Fora as panes elétricas, artistas na alegoria 7 com indumentária abaixo na expectativa, alguns com roupas do camarote de cervejarias marcam o acentuado desconto de dois décimos no segundo módulo. Dificuldade de interpretação do enredo nas alegorias marcam o voto de Walber Ângelo de Freitas, bem como, o projeto luminotécnico que desvalorizou o resultado final. Bruno Chateaubriand viu problemas com as roupas de componentes no carro 6, destaque sendo danificado na torre de tv e falha luminotécnica na alegoria 5.

Que a iluminação das alegorias 1 e 2 tiveram problemas sérios isso qualquer um que estava na Sapucaí conseguiu ver, agora não dá para admitir essa tal monotonia que a julgadora  Helenise tanto repete em suas justificativas, quando por exemplo dá um misterioso 10 para Vila Isabel. Será que a Vila não passou monótona, passou com formas diversificadas, as fantasias nas alegorias da Vila então não estavam simples demais, como as da Beija-Flor, segundo a julgadora? Helenise deveria ser afastada por insanidade mental no mínimo!
Já no segundo módulo uma justificativa coerente, desta vez, artistas com camisas de camarote, outros com uma roupa qualquer, cada um a seu modo e pane elétrica justificam a perda de pontos!
E parece que o voto de Walber Ângelo de Freitas foi o mais sensato, ou o único! Bruno Chateaubriand conhecido desafeto na escola, até que foi generoso com a Beija este ano, vale ressaltar o melhor desempenho neste quesito, o julgador observou diversos problemas nas alegorias, mas por ironia do destino, desta vez, poupou a escola de Nilópolis.


Mocidade  -   9,8  /  9,8  /  9,6  /  9,8

Problemas de acabamento no abre-alas e no carro 7, problemas na pintura nos carros 2 e 3, problemas de iluminação no carro 6, concepção de formas repetidas, materiais de revestimento que não causaram impacto, problemas de acabamento nas alegorias 2, 3, 4 e no tripé "Levo Comigo Meu Padim Padre Miguel", e ainda problemas na cromatização da alegoria 4 são justificativas para as notas de vários julgadores. Bruno Chateaubriand observou que a decoração das alegorias ficou prejudicada por materiais de fraco apelo visual, além de problemas na alegoria 6, faltou ainda criatividade nos trabalhos.

Enfim, a monotonia não justificou o voto de Dona Helenise para com a Mocidade! E mais uma vez o voto de Walber Ângelo de Freitas me parece bastante coerente, a escola teve problemas para a finalização de seu carnaval e isso se refletiu na avenida, ao gosto duvidoso do carnavalesco Paulo Menezes, as notas apontam este descontentamento por parte dos julgadores.


União da Ilha  -  9,9  /  9,8  /  9,8  /  10

O tripé 2 e o carro 6 passaram apagados, comprometendo as notas. Alguns julgadores ainda perceberam problemas no acabamento de alegorias da União da Ilha. A pintura chapada em diversas alegorias também foi observada como uma alternativa de pouco sucesso.

Vejam como não é preciso criar invencionices para perseguir uma escola de samba, tripé e carro apagados, sim é uma justificativa para descontar ponto da escola, o que parece ter sido um raro voto justo de Dona Helenise! Problemas de acabamento e iluminação, voto correto de Emil Ferreira. E Bruno Chateaubriand achou a União da Ilha perfeita. Parabéns Bruno!


Vila Isabel  -   10  /  9,9  /  9,8  /  9,8

O voto de Walber Ângelo de Freitas, apresenta um pouco dos graves problemas da Vila neste quesito, como falta de acabamento, superposição de elementos cenográficos nas alegorias 2 e 5. Bruno Chateaubriand observou que foram utilizados os mesmos materiais do início ao fim do desfile, além de materiais bem simples para o acabamento das alegorias, e sem variação de esculturas a escola foi penalizada.

Mas como pode a Dona Helenise avaliar perfeito o conjunto alegórico da Vila Isabel? A escola passou com alegorias mal acabadas, componentes sem fantasias e a mágica surge: nota 10. Toma vergonha nessa cara Dona Helenise Guimarães!
O Senhor Emil Ferreira diz que a escola apresentou criativas e belas alegorias, e o caríssimo viu apenas um componente sem fantasia nas alegorias, e sua justificativa foi apenas a cor da sunga! INCRÍVEL!!! Mas que voto e justificativa mais estúpida, ele poderia simplesmente dizer: eu quis ajudar a Vila Isabel e pronto!
Enfim parece que alguém acordou, ainda que piedosamente para as alegorias da Vila, Walber Ângelo de Freitas descontou  dois décimos pela falta de esmero na confecção, mesmo com a perda de dois décimo, parece muito abaixo do que a escola mostrou na avenida, que foi na verdade um desastre no quesito alegorias e adereços!
Bruno Chateaubriand viu algo do desfile, não tudo! Faltou punir mais rigorosamente o péssimo acabamento das alegorias, bem como a ausência da indumentária de componentes, já que fez isso com outras escolas...
E o carnavalesco Cid Carvalho reinou neste quesito com seu gosto exótico, para não dizer duvidoso!
Cid Carvalho e a Vila Isabel



Imperatríz  -   9,9  /  9,9  /  10  /  9,9

Problemas de iluminação do abre-alas, carro 3 apresentou problemas no encaixe do estandarte, problemas de acabamento no carro 4, ferros aparentes no carro 5. fizeram com que a escola perdesse um décimo apenas no primeiro módulo de Dona Helenise! Já o segundo julgador não observou estes problemas viu apenas irregularidades na alegoria 6. Pouca alternância de elementos no desfile da Imperatriz, e pouco dinamismo marcam o voto no último julgador.

O voto de Dona Helenise parece, desta vez sensato? Bom, três alegorias passaram diante de seus olhos com problemas de acabamento e iluminação e ela achou pouco, apenas um décimo, então né minha gente! 
Às vezes me pergunto se os julgadores assistem ao mesmo desfile!!!



Portela  -   9,9  /  9,9  /  9,8  /  9,9  

Problemas de acabamento nas alegorias 2, 3 e 4. Falta do tripé "Ídolos do Rádio" tiram décimos importantes da Portela, além de problemas na cromatização das alegorias marcam os décimos perdidos neste quesito. Bruno Chateaubriand justificou que o tripé passou fechado pelo seu módulo para fazer a passagem pela torre de tv!

Estranho como outras agremiações passaram com a mesma quantidade de irregularidades, segundo a julgadora do primeiro módulo e foram muito mais severamente punidas do que Portela. A Dona Helenise não percebeu que o tripé "Ídolos do Rádio" não passou no desfile da Portela?! Como assim???
A justificativa de Bruno Chateaubriand quanto ao tripé está correta, embora muitos descordem, afinal a torre é um problema, e nenhuma alegoria pode passar neste módulo fechada ou fora do roteiro, sob pena de ser punida, o que aconteceu, certamente se o carro da Mangueira que ficou preso da torre tivesse passado "fechado" também, não teria perdido parte de sua escultura, neste sentido está correta a avaliação de Bruno.


Tijuca  -   10  /  9,9  /  10  /  10

Eficiente mas previsível foi assim que justificou-se Emil Ferreira, para o desconto de um décimo nas alegorias de Paulo Barros.

E Dona Helenise adora mesmo um banner: nota 10! E não é que Bruno Chateaubriand e Walber Ângelo de Freitas também gostam! As alegorias da Unidos da Tijuca foram julgadas perfeitas! Então tá! Viva a Paulo Barros e aos banner's da escola do Borel!

  


Mauro Quintaes é o novo carnavalesco da Unidos da Tijuca

Mauro Quintaes
A Unidos da Tijuca acertou nesta terça-feira (25-03), a contratação do carnavalesco Mauro Quintaes para substituir Paulo Barros, que deixou a escola do Borel em busca de "liberdade". O presidente Fernando Horta recebeu Mauro num amigável e tranquilo café da manhã, onde acertaram todos os detalhes, inclusive que o novo carnavalesco terá um salário bem inferior ao que a escola pagava para Paulo Barros.

Mauro Quintaes que já defendeu escolas como Salgueiro, Viradouro, Caprichosos de Pilares, Porto da Pedra, Mocidade, Mangueira e Império Serrano, no carnaval deste ano esteve a frente da União do Parque Curicica, escola que desfila na Série A, sua última passagem pelo grupo especial se deu em 2011 na Mangueira quando conseguiu um honroso terceiro lugar numa homenagem à Nelson Cavaquinho, na ocasião dividiu o posto com Wágner Gonçalves. 

Além da Unidos da Tijuca, o carnavalesco desenvolverá o carnaval da Tom Maior em São Paulo em 2015, sua permanência na Parque Curicica ainda não foi acertada.


Coreógrafos da Comissão de Frente deixam Unidos da Tijuca

Priscilla Mota e Rodrigo Negri
Os coreógrafos Priscilla Mota e Rodrigo Negri, que estiveram comandando a Comissão de Frente na Unidos da Tijuca durante sete anos, sem nunca defender outra agremiação, anunciaram no fim da noite desta terça-feira (25-03) o fim de seu casamento com a escola do Borel. Numa conversa amigável com o presidente Fernando Horta, agradeceram tanto ao dirigente como à comunidade tijucana, onde foram três vezes campeões.
O casal não divulgou pistas de um novo trabalho em escola de samba, disseram apenas estar dedicados ao teatro neste momento, porém confirmaram que foram procurados por algumas agremiações, entretanto este não teria sido o motivo de seu desligamento. É bom lembrar que não devem seguir o carnavalesco Paulo Barros, em sua nova caminhada na Mocidade, uma vez que a escola já vez uma importante contratação para a Comissão de Frente. 


terça-feira, 25 de março de 2014

Entendendo as jutificativas da LIESA - enredo

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Julgadores:
 
Módulo 1 - Mariza Maline
 
Módulo 2 - Pérsio Gomyde Brasil
 
Módulo 3 - André Luís da Silva Júnior
 
Módulo 4 - Johnny Soares
 
 
Império da Tijuca  - 9.7  /  9.8  /  9.7  /  9.7
 
Já esperado para um carnavalesco, que embora seja de bom gosto, nunca havia desenvolvido um projeto no grupo especial, já no primeiro módulo foi constatada falta de criatividade e ousadia na abordagem do enredo, a julgadora Mariza Maline além dos outros julgadores observaram ainda ausência de destaques nos setores 2 e 4, como constavam no roteiro, além de destaques que nos setores 3 e 4 não constavam no roteiro, sendo assim, fica muito claro e coerente o voto dos julgadores. Uma contradição de gosto entre Maria Maline e Pérsio Gomyde Brasil, que avaliou o enredo rico e mobilizador e de grande peso cultural pode ser visto nas justificativas, entretanto a fantasia da ala 6 não correspondia ao roteiro fazendo com que a escola perdesse décimos importantes neste módulo. Problemas na indumentária de alas prejudicaram o julgamento segundo André Luís, julgador do segundo módulo, as fantasias não condiziam com o manual abre-alas. O forte apelo religioso ao enredo também foi penalizado pelo julgador  Johnny Soares, o que sempre me pareceu uma tentaria apelativa da escola.
 
O julgamento me parece muito bem avaliado entre os quatro julgadores, alguns problemas expostos puderam ser vistos a "olho nu", entretanto, outros só poderiam ser devidamente penalizados com a ajuda do manual e o roteiro do desfile em mãos, o que muitos críticos das notas não possuíam ao defender suas teses, talvez nem mesmo o tão inconformado presidente da agremiação do Morro da Formiga.
Contudo, reparem, senhoras e senhores, que o julgador Johnny Soares parece não saber calcular  números, em sua nota para Império da Tijuca ele deu 4,4 em concepção e 4,3 em realização, totalizando segundo ele, 9,7, sendo que a conta correta seria a do resultado 8,7. Alguém precisa explicar este ERRO!!! E claro, no mínimo punir o julgador, implacável com os erros das agremiações, e despercebido ou mesmo incapaz de realizar operações matemáticas como a soma!
 
 
Grande Rio  -  9.9  /  9.9  /  9.8  /  9.9
 
Embora a carnavalização do enredo tenha sido considerada rica e criativa, a concepção sofreu problemas com a identidade do enredo, parecendo bastante monótono, em diversos momentos, e esse era um risco que a escola sabia que iria correr quando escolheu um enredo pouco produtivo com poucas alças de criação. O olhar de Darwin e Maysa como fio condutor para narrar Maricá não satisfizeram os julgadores, trazendo uma certa confusão, muito bem explicada na justificativa do último julgador.
 
Maricá sob a narrativa de Maysa, sempre me pareceu um enredo no mínimo confuso, para não dizer fraco e sem potencial, o bom trabalho do carnavalesco Fábio Ricardo, consegue, entretanto, resgatar e firmar este enredo, que apesar de perder cinco décimo, foi  "bem" avaliado, com até um certo teor de bondade por parte dos julgadores, muito em reconhecimento ao belo trabalho do carnavalesco.
 
São Clemente  -  9,8  /  9.7  /  9.8  /  9.8
 
Penalizada por destaques no setor 3 não roteirizados, a escola fora devidamente  penalizada, além de uma concepção confusa quando tratou da musicalidade da "Favela" sem mencionar o samba, e problemas na alegoria 6 em discordância com o enredo segundo a primeira julgadora. Problemas no setor 6, e alegoria 6 que tratava da miséria na favela fora apresentada de forma luxuosa contrastando com a justificativa do enredo. Incoerência na ordem cronológica de apresentação do enredo foi muito bem analisada por  Johnny Soares e devidamente penalizada.
 
Muito sensata, as justificativas dos julgadores que estavam bastante atentos a detalhes ora pouco perceptivos ora que 'gritavam' aos nossos olhos, um tanto de confusão de escorregos por parte do experiente carnavalesco Max Lopes, e a falta de organização da agremiação podem ser apresentados como destaques nas notas neste quesito. 
 
Mangueira  -  9.9  /  9.9  /  9.9  / 9.9
 
Penalizada nos quatro módulos de julgadores, que até foram razoáveis com a escola, ao considerarem a perda de apenas um décimo em cada módulo, por um erro primário de gente que definitivamente só pode estar brincando de fazer carnaval para com uma escola com a história da Estação Primeira. A agremiação conquistaria nota máxima, pois foi muito bem avaliada na execução do enredo, impecável, entretanto, o terceiro casal de mestre-sala e porta-bandeira estava na posição errada em relação ao roteiro, além de apresentar um destaque não roteirizado após a ala 18.
 
Muito bem avaliada, muito bem punida, e sinceramente é uma vergonha para a diretoria da escola cometer um erro primário como este! É simplesmente revoltante, para quem diz  desejar ser campeã de um carnaval extremamente técnico, como se tornou o carnaval carioca! O belo enredo de Rosa Magalhães obteve aplausos em todos os módulos de julgadores, o que reforça a tese de que a escola precisa rever sua organização e os responsáveis aos quais delega funções de extrema responsabilidade.
 
Salgueiro -  10  /  10  /  10/  10
 
Beija-Flor  -   9.8  /  9.8  /  9.7  /  9.8
 
Enredo ousado, porém com tropeços sérios já vistos em outros carnavais da escola.
Tudo bem que a ordem cronológica tenha parecido confusa para o julgador, conforme explica Mariza Maline, entretanto, julgar "conjunto" no quesito enredo, é no mínimo estranho, quando a julgadora justifica que a falta de coesão entre as alas prejudicou a leitura do enredo no setor 4. Problemas na leitura das fantasias também comprometeram as notas de enredo da Beija-Flor, aí o problema pôde ser observado por todos, nesta viagem alucinante que a Comissão de Carnaval costuma realizar para "valorizar" seus enredos, quase sempre fracassando. Um suposto duplo enredo foi apresentado pelo julgador André Luís da Silva Júnior como forma de justificar sua nota, uma confusão entre as alas e o posicionamento delas. Talvez isso se dê pela falta de coragem da escola em assumir seu enredo tão criticado. Enredo confuso pode ser o resumo da justificativa de  Johnny Soares.
 
Este "duplo enredo" mencionado, também foi observado quando a escola homenageou "Brasília" em 2010, mais uma vez a nilopolitana pareceu, principalmente no quesito enredo, com vergonha do que estava apresentando, sem querer se comprometer com a vida e obra do global Boni. Enredo extremamente criticado em todos os momentos da pré-temporada, e bem avaliado pelos julgadores, fora a análise de Mariza que me parece um tanto incoerente. A ausência de um carnavalesco renomado na Comissão de Carnaval, mais uma vez sendo defendida por este blogueiro, que embora receba muitas críticas de perseguição vindas da comunidade azul de branca de Nilópolis segue com seus conceitos.
 
Mocidade -   9.8  /  9.7  /  9.8  / 9.6
 
Homenagem ao lendário Fernando Pinto muito bem avaliada pelos julgadores o que sempre foi uma aposta do carnavalesco. Erro no posicionamento de alas como a 13, do grupo alegórico que deveria ter se apresentado a frente da ala 30, e de destaques da escola prejudicaram a Mocidade, que devidamente foi punida, mais uma vez repito, é inaceitável este tipo de erro! O quesito também foi prejudicado no momento em que os julgadores não conseguiram observar exatamente o que era homenagem ao estado de Pernambuco ou as obras de Fernando Pinto, exemplo na ala 2. Alas de difícil leitura foram as  maiores responsáveis pela pior nota da escola de Padre Miguel neste quesito.
 
A confusão, em certos momentos, criada pelo carnavalesco Paulo Menezes foi devidamente julgada, além da falta de organização dos responsáveis pela organização e roteiro da escola.
 
União da Ilha -  10  /  10  /  10  /  10
 
Vila Isabel  -   9.8  /  9.8  /  9.7  /  9.7
 
Alas com fantasias incompletas comprometeram o enredo, justificativa extremamente acertada! Alas em posição contrária ao roteiro também puderam ser encontradas no desfile da Vila prejudicando o desenvolvimento do quesito. Ausência da ala 2 também foi penalizada justamente, e troca de posicionamento de alas no quesito, que por si só foi muito bem avaliado pelos julgadores. O navio negreiro que Cid carvalho trouxe em seu carnaval, ficou confuso com as primeira alas sendo então penalizada, a escola, na concepção do enredo.
 
Até que os julgadores foram bem compreensíveis com a total desordem da Vila Isabel, como a ausência de fantasias,  alas e componentes, além da confusão que o Cid costuma realizar em seus trabalho de gosto sempre duvidoso!
 
Imperatriz  -   10  /  10  /  10  /  10
  
Portela  -  9.9  /  9.9  /  10  /  9.9
 
Ausência de um tripé roteirizado prejudicou a nota máxima no quesito, que fora avaliado de grande relevância cultura e muito bem desenvolvido. Estranho como o julgador André Luís da Silva Júnior não percebeu a ausência deste tripé que não foi para a avenida, e deu um no mínimo estranho 10, contrariando as normas de julgamento que neste caso garantem a perda de pontuação!
 
Coerente as justificativas, entretanto, o julgador André Luís, deveria estar dormindo no setor em que o tripé roteirizado não foi apresentado pela Portela. Caneta amiga! Como é bom tê-la por perto!
 
 
 
Tijuca  -  10   /  10  /  10  /  10

Imperatriz renova com Cahe Rodrigues

Cahe Rodrigues
O carnavalesco que levou Zico para a Sapucaí este ano, renovou seu contrato por mais um ano com a Imperatriz Leopoldinense, a escola ficou com a quinta colocação. Em sua página no facebook, Cahe postou a notícia nesta segunda-feira (24-03).

Confira na íntegra:


Quero dividir a minha alegria com vocês! 

2015 e nosso!! Obrigado pelo carinho de todos dessa grande Família Imperatriz, Obrigado ao meu Presidente pela confiança de mais um ano poder desenvolver o projeto artístico para a Rainha de Ramos. Obrigado a toda Comunidade que fez um lindo trabalho esse ano e a todos os profissionais envolvidos. Vamos com tudo Imperatriz!

A saída de Rosa Magalhães da Mangueira...

Rosa Magalhães
Após um período tenso de muita especulação e possibilidades, a Estação Primeira de Mangueira anunciou nesta terça-feira (25-03), o desligamento da carnavalesca Professora Rosa Magalhães da Verde e Rosa. Com um simples oitavo lugar as expectativas criadas com a chegada de Rosa à Mangueira não se concretizaram como o mangueirense sonhou, e o casamento entre a maior vencedora de títulos da era Sapucaí, e a Supercampeã, chegou ao fim.

Rosa é sem dúvidas uma das mais talentosas  carnavalescas da atualidade, com um estilo consagrado e muito próprio, é a grande dama de enredos, alegorias, fantasias, de se produzir um carnaval de qualidade e respeito, ao longo de sua carreira pouco se importou com críticas quanto ao seu estilo, seguindo sempre o que acha coerente com a escola de onde veio, que sem dúvidas é escola para toda essa geração que aí está.

As notas apresentadas pelos julgadores este ano, em quesitos de responsabilidade da Professora Rosa, nem de longe representam o trabalho sério e dedicado que ela prestou à Estação Primeira. Uma profissional facilmente encontrada no barracão da escola a qualquer momento, apaixonada por suas criações, defensora de seu enredo, um mulher cujo tempo (ao contrário do que dizem alguns poucos "contemporâneos") nunca chegou. Rosa foi sem dúvidas a cara da Mangueira, de uma escola muito bem acabada em suas alegorias, com um jogo de cores muito bem produzido, um verde e rosa de excelente bom gosto, fantasias impecáveis, agora cabeça de julgador.... vá entender!

Com a declarada saída de Rosa Magalhães, o que se espera é que de forma alguma a escola retroceda, que não olhe para trás achando que alguma alternativa já apostada em tempo s passados e fracassada possa surtir efeito por qualquer tipo de mágica que possa estar sendo prometida à escola, porque não existirá!

É com aperto no coração que o mangueirense se despede da passagem desta gigante do mundo do samba, mas é com a esperança de uma gestão visionária administrada pelo presidente Chiquinho da Mangueira, que esta nação se prepara para um outro novo tempo, e que seja novo de verdade, e que seja outro de verdade.

Da parte deste blogueiro, apaixonado pela arte do carnaval, é com pesar enorme que estas mal traçado texto está sendo redigido, muito pelo respeito que Rosa Magalhães resgatou para uma escola, que estava completamente desacreditada e desmoralizada em autoridade carnavalesca, sem um profissional à altura de sua gloriosa história, que é sem dúvidas e acima de tudo, de samba. Muito obrigado Rosa Magalhães!

Confira nota da escola:

A Estação Primeira de Mangueira informa que a professora Rosa Magalhães, que foi responsável pelo carnaval de 2014, não é mais a carnavalesca da Verde e Rosa. Ambas as partes entenderam que este seria o melhor caminho e optaram por não renovar o contrato.
O presidente da Estação Primeira, Chiquinho da Mangueira, enaltece a parceria profissional entre a carnavalesca e a Mangueira, e agradece o maravilhoso trabalho realizado pela professora Rosa Magalhães, que, assim como a escola, cumpriu todos os seus compromissos de forma exemplar.
A Mangueira declara, que ainda não tem o nome que substituirá  Rosa Magalhães e que uma nova estrutura de carnaval está sendo planejada para 2015.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Mestre Casagrande permanece na Tijuca

Mestre Casagrande
Assessoria de imprensa da Unidos da Tijuca, divulgou na tarde desta sexta-feira (20-03) nota em esclarecimento as especulações de que mestre Casagrande, comandante da bateria Pura Cadência há 34 anos, deixaria a escola do Borel.
Segundo a nota, “ O comandante da bateria nota 10, na agremiação há 34 anos, nem pensa em deixar a escola”. A nota diz ainda que o presidente Fernando Horta está trabalhando arduamente para manter os coreógrafos da comissão de frente, Priscila Mota e Rodrigo Negri.


Notas do carnaval carioca

Notas do carnaval carioca
E a Tijuca hein?
Pois é, o presidente falastrão da escola do Borel, que só nesta temporada já disparou toda sua falta de ética profissional na direção de Mangueira, Beija-Flor, União da Ilha, e algumas outras agremiações, depois de chamar a águia da Portela de urubu, agora parece que é o pavão tijucano que está ficando sem rabo, sem pena, completamente devastado. Debandada no Morro do Borel!

O fim da dupla Lucinha Nobre e Rogerinho
Não questionando o mérito da separação do casal, fica apenas um registro: grande perda para o mundo do samba, a dupla em ação sempre foi imbatível. Agora, que cada um siga seu caminho em paz e com muito sucesso, porque, ambos merecem.

Olha o Papai aí!
Sinceramente não faz parte de uma onda de recalque, muito pelo contrário, a Mocidade é uma das escolas que moram em meu coração por diversos motivos, agora impressionante como um patrono consegue tanta grana em tão pouco tempo. Dinheiro declarado? Bom, até agora não se sabe notícias... O que a gente espera é que se tenha transparência, para que escola de samba não seja mais uma vez um instrumento da ilegalidade. Por hora, muito bem-vindas as contratações da Estrela Guia de Padre Miguel.
Só um lembrete: atrás de dinheiro sem origem, sempre vem a Polícia Federal. Vejam o exemplo do patrono Anísio...
E o patrono virou "papai", faz parte né! #spq

E a Mocidade está virando esse jogo
O merchandising utilizado pela Mocidade Independente de Padre Miguel, virou realidade, quando a escola começou a proclamar para si mesma: #VamosVirarEsseJogo, ninguém acreditava, parecia apenas mais uma campanha publicitária, porém o que se vê hoje é uma nova Mocidade, competitiva, atraente para os profissionais, e que certamente vai brilhar muito em 2015. Vamos aguardar apenas os resultados.

Vamos virar esse jogo Salgueiro
E mais uma vitória não veio no Salgueiro. Bom, é que desde 2007 a escola está entre as favoritas ao título que neste período só veio em 2009, sem mais, as posições foram: 7º, 2º, 5º, 5º, 2º, 5º e 2º. E com o time que tem, e uma gestão exemplar, está mais do que na hora de virar esse jogo, não?!? Resta saber, se tem forças para isso em 2015, é que além das expectativas frustradas, cada ano com uma desculpa, foram alguns milhões investidos da escola, e apenas um título neste período. No mais, grande administração de Regina Celli e sua turma!

Silêncio nilopolitano
Nunca se viu a Deusa da Passarela tão quieta pós-carnaval, certamente, abalada pelo péssimo resultado de seu milionário desfile este ano, todas as vozes silenciaram em Nilópolis; falando a escola já é um perigo, quieta então, podem esperar que vem grandes surpresas para o próximo ano. Não mexe com quem está quieta!

Fala Mangueira!
Em Mangueira ninguém fala, quem fala, diz o que não sabe... Melhor aguardar o presidente falar!

Vila Isabel
O "tal" presidente de honra, Moisés, pai do atual presidente, que manifestou seu interesse de voltar a ser presidente da Vila Isabel, vai ter mesmo de esperar, preso mais uma vez, parece que a oposição ganha força neste processo eleitoral. Mas será que Vila consegue virar esse jogo?

Fala Wander Pires!
Atá, não consegue, ainda está rouco... Pois é, depois de defender a Imperatriz Leopoldinense este ano completamente rouco na Sapucaí, nem um pedido de PERDÃO, se ouviu, será que o cara ainda está sem voz?

O queridinho Alex de Souza
Com um desfile para marcar época na União da Ilha, enfim, o talento do carnavalesco Alex de Souza fora reconhecido, mais do que isso, o que se viu nos últimos dias foi uma das campanhas mais lindas que as redes sociais produziram no que tange ao carnaval, a campanha "Fica Alex", parece ter mesmo mexido com o carnavalesco, que com contrato renovado, já está debruçado na construção do próximo enredo da Ilha.

Vila Isabel em campanha por Cid Carvalho
Pois é, estranho isso, mas tanto diretoria como oposição da Vila, estão numa robusta campanha em defesa do "trabalho" do carnavalesco Cid Carvalho, que assinou o desastroso carnaval da escola este ano. Mas... baseado em que? Bom as duas passagens de Cid pela escola de Noel não foram nada boas, vale lembrar aquele em 2007 ele também defendeu a escola, que também vinha da conquista de um campeonato e o que se conseguiu foi apenas um simples 6º lugar; naquele ano, a Vila era uma das escolas mais ricas do carnaval carioca, então grana não pode ser justificativa para desastres sob encomenda do carnavalesco.

Portela e Wantuir
Ninguém poderia imaginar que a saída do intérprete Gilsinho, ano passado, poderia ser tão bem substituída na Portela. Gilsinho um dos grandes nomes da atualidade, encontrou um sucessor no microfone da maior vencedora de títulos do carnaval deste país, à altura de sua trajetória. Era sob restrições que Wantuir assumia o microfone principal da Portela, agora é sob aplausos que comemora um contrato de  três anos, bom parece que a família portelense só tem a comemorar. Vamos Portela!

quinta-feira, 20 de março de 2014

Alex de Souza permanece na União da Ilha

Alex de Souza
Presidente Ney Filardi, divulgou nota na página oficial do GRES União da Ilha no facebook, hoje (20-03), sobre a renovação do contrato do carnavalesco Alex de Souza.


Confira na íntegra:




ALEX DE SOUZA PERMANECERÁ NA UNIÃO DA ILHA!!!

"Mais uma vez, as aves agourentas vão continuar torcendo contra, ao crescimento da minha amada União da Ilha. Faço questão de compartilhar neste exato momento, para toda a nação azul, vermelha e branca, que nosso carnavalesco Alex de Souza continuará a frente de nossa escola para o carnaval de 2015".

Estou cansado, mas estou feliz!
Obrigado a todos. 

Ney Filardi
Presidente